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Duas Caras: Cenas de violência ridicularizam evangélicos

março 26, 2008

Primeiramente gostaria de dizer que não sou de ver novela, seja ela qual for a emissora. A novela em si já é um sofisma e um veículo de manipulação de massa e me recuso ao ver tal coisa, porém não sou alienado ao que acontece, principalmente na mídia televisiva. E sei que já não é a primeira vez que ridicularizam os crentes.

Estava eu na casa de um amigo quando vi a cena da tal novela, que ridicularizava os cristãos. Até ai nada de mais, pois
sabemos perfeitamente que por uma questão religiosa e até comercial, a Globo não gosta dos evangélicos.

Porém, revendo pela internet, na íntegra,tal cena, vi algo tão explícito em forma de manifestação “interesseira” que não posso me calar diante dos fatos.

Quando vejo nítidamente um manifesto de rejeição ao homossexualismo e ainda por cima partindo dos crentes, numa novela, vejo que as intenções são bem claras e com um alvo certo, atacar os evangélicos, por fanatismo.

Embora a Rede Globo tenha colocado músicas de uma cantora evangélica (Aline Barros) na novela duas caras,(por motivos comerciais),percebemos sim que o perfil da emissora e o autor de tal novela se enquadra no título da mesma: “DUAS CARAS”.

Sabemos que o autor da tal novela , Aguinaldo Silva é homossexual assumido até ai nada demais,pois na Globo, assim como em qualquer outra atividade há homossexuais .
Porém, além do seu homossexualismo assumido o autor é ativista e militante gay e ex preso político, ou seja, sabe muito bem usar a mídia para divulgar seus interesses,aliás tem feito isso nas suas novelas, onde propaga o homossexualismo abertamente.

Mas o que mais me impressiona é a falsidade do tal autor quando este declara: Eu dei minha vida aos evangélicos, numa alusão aos “empregados” de sua casa, quando na verdade deveria dar é sua vida a JESUS. Que hipocrisia !!!

Sabemos que nenhum grupo religioso ou social está “livre” do fanatismo, mas relatar levianamente um grupo “específico” pela TV, isso sim é “preconceito”.

Aguinaldo Silva é esperto,pois soube escolher o grupo “religioso” a dedo, como o evangélico em via da liberdade de expressão,aliás essa, muito mal usada nesse país.

Acredito que se ele escolhesse ridicularizar por fanatismo, por exemplo, uma pessoa da religião islâmica em sua novela, a repercursão seria outra, pois lá o homoessexualismo é tratado com pena de morte.

Mas escolheu justamente o evangélico, por que será? Por que não o católico? Porque não o espírita?
Afinal o fanatismo só vem dos crentes?

Não que as outras religiões merecessem, tal ridicularização,
mas porque os crentes?

Porque a Rede Globo coloca personagens controversos em crentes, como uma crente sensual em américa e uma fanática alucinada em duas caras?

Será coincidência ou manipulação ?

São perguntas, que ficam no ar, mas que são fáceis de ser respondidas e que nos mostram algumas coisas:

1)Diz um ditado que: “ninguém chuta cachorro morto”, ou seja, se estamos sendo “lembrados” e injuriados é porque estamos incomodando alguém e não precisamos dizer quem é. Sabemos que muitas coisas precisam ser aperfeiçoadas em alguns lugares, igrejas, mas isso é um sinal de que a mensagem da verdade está ecoando. Uma ação gera uma reação.

2)Este também não deixa de ser um indicativo bem vísivel
da volta de Cristo. Leia o que o Senhor falou:

Mas antes de todas estas coisas lançaräo mäo de vós, e vos perseguiräo E vos acontecerá isto para testemunho ( Lc 21:12-13)

E de todos sereis odiados por causa do meu nome. (Lc 21:17)

Bem aventurados serão vocês quando, por minha causa, os insultarem, os perseguirem e os levantarem todo tipo de calúnia contra vocês” (Mt 5:11)

Se pelo nome de Cristo sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória, o Espírito de Deus(I Pd 4:14)

Creio que nossa atitude é se levantar em oração contra tudo isso, sabendo que isso é apenas um começo de vários levantes, mas que sobre todas estas coisas está o Senhor conosco e que nenhuma perseguição poderá nos afasta do próposito que o Senhor tem para cada um dfe nós.

Abaixo deixei o artigo do site Terra e logo abaixo a resportagem da Rede record que fal sobre o assunto

Duas Caras: cenas de violência irritam evangélicos

Na quarta-feira “Duas Caras” rendeu 42 pontos na prévia da audiência com uma cena que deixou os telespectadores parados diante da TV. Liderados por uma possuída Edivânia (Susana Ribeiro), uma multidão ameaça linchar o triângulo amoroso formado por Dália (Leona Cavalli), Heraldo (Alexandre Slaviero) e Bernardinho (Thiago Mendonça).

Inclusive Lucimar (Cristina Galvão), que dizia aceitar o trio, estava no grupo. “A cena foi muito forte, mostrou a outra cara do preconceito e da hipocrisia de determinadas pessoas, que pareciam que os estavam aceitando, mas não estavam”, analisa a atriz Leona Cavalli. “Era uma cena bem intensa e de emoção bem complicada”, completa Thiago.

Susana conta que foi sua cena mais forte em televisão. “Fiquei mexida, é um assunto superdelicado, isso de ficar entre a loucura e o fervor, mexer com uma menina grávida, usar palavras da Bíblia, é estranho. Você toca em coisas relevantes para muita gente”, analisa.

Muito impactante, a cena durou longos (para TV) seis minutos. “Achei muito exagerada, muito forte para o horário”, opina a dona-de-casa Helena Fonseca, 50 anos.

O pastor Marcos Pereira da Silva, da Assembléia de Deus dos Últimos Dias, não gostou de saber que a novela mostrou evangélicos agindo de forma tão violenta. “Nós não atacamos ninguém, atacamos o demônio, que é quem faz as pessoas praticarem o mal”, argumenta ele, que frisa que novela é ficção. “O que se passa ali é algo que vem da cabeça do autor, não é verdade. Nós não vemos TV e esse é um dos motivos: ela mostra coisas que não condizem com a realidade.”

A contadora Glauce Teles, 28 anos, também acredita que a imagem passada não foi favorável aos religiosos. “Não sei como é um culto evangélico. Mas, se fosse evangélica, ia ficar ofendida. Foi tão grande a agressão ao trio quanto à religião”, defende ela, que é espírita.

A aposentada Cenir Bianco, 78, católica, também viu insulto aos evangélicos e desrespeitou a religião: “Acho que transmitiu que eles são agressivos. Foi violento, eles quase mataram os dois”, diz.

Os atores tentam abrandar a questão religiosa. “Espero que os evangélicos não tenham se ofendido. Antes de ser evangélica, Edivânia é uma pessoa como todos nós, que tem defeitos. Existem outros evangélicos na novela que pregam justamente o contrário dela”, diz Susana.

“Religião é um assunto muito delicado de tratar”, pondera Thiago Mendonça. “Mas a Edivânia é uma personagem hipócrita, mal-amada. Acho que no fundo ela é bem pior do que todos”, aposta ele, que vai ver Bernardinho ter um refresco quando receber no restaurante o ator Francisco Cuoco, de quem é fã confesso.

Revolta com paus e pedras

A cena de Duas Caras começou calma quando Dália (Leona Cavalli) comentou com Heraldo (Alexandre Slavieiro) o quanto era feliz em morar na Portelinha. Ironicamente, uma pedra quebrou a janela da casa. Heraldo pensou que era brincadeira dos moleques da favela, saiu para ver o que era e se assustou com a multidão enfurecida armada com paus e pedras preparada para linchar o trio.

“Vou tirar o demônio do seu corpo e vai ser a pau e pedra”, gritou Edivânia que comandava os revoltosos.

Bernardinho e Ezequiel (Flavio Bauraqui) ainda tentaram acalmar os ânimos. “Quem não tiver pecado que atire a primeira pedra!”, gritou o pastor. Nem assim Edivânia se intimidou e atirou uma pedra na cabeça de Dália. Sangrando, ela fogiu pelos fundos e acabou dando à luz no meio do mato.

Enquanto isso, Bernardinho, Heraldo e até Carlão (Lugui Palhares), que foram vistos aos beijos pela fanática religiosa, são espancados pela multidão. O salvador do trio foi Juvenal (Antonio Fagundes) que chegou dando tiros para o alto, dispersando os linchadores.

Fonte: Terra

Aborto não !!! Tome essa decisão !!!

março 20, 2008

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Aqui vai um tema polêmico, que fala sobre aborto.

Há tempo comecei um artigo que tem como titulo: Matança dos Inocentes que remotam os tempos de Moisés, indo até a epoca de Jesus e terminando em nossa era. Neste artigo eu relato sobre a tentativa satânica, através dos tempos e governantes da época para impedir as bençãos que estava para vir, para os prometidos de Deus. Em breve estará neste site.

Bom,mas hoje isso também não é diferente, só que ao invés dos tiranos de outrora essa tentativa de morticidade parte dos próprios pais, confirmando o que Jesus dissera: E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará.” [Mateus 24:12]

Gostaria que o leitor prestasse a atenção no que irei relatar

Aborto

Enquanto muitas mulheres fazem aborto, assassinando vidas inocentes, como contraponto, também existem várias mulheres estéreis nesse mundo, certo. Porque então não conceber essa criança e doar a quem necessita. Isso porque essa vida não é prolongamento do corpo da mulher e o feto é o agente ativo na gestação.

Sabemos que o números de pessoas estupradas não são a maioria. De um contingente de 1 milhão e 450 mil abortos clandestinos só no Brasil a “maioria” decorre da promiscuidade, de relações sexuais ilícitas e da vergonha do ato.
A bandeira para legalizar o aborto tem sido as mulheres estupradas, um número pequeno 0,02%, uma vergonha isso.

Aliás tanto a promiscuidade feminina , quanto o estupro são produtos da falta de ensino de Deus e moral na vida das pessoas, essa que é a verdade.

Muitas vezes, pela desumanidade aquilo que é desprezado por alguns, é apreciado por outros, por isso é injustificável o aborto, naquilo que se diz “melhor das hipóteses”. Na verdade a justificativa do aborto não é uma questão de saúde pública apenas, mas de crime, pois eu queria ver se existisse uma lei severa e prendessem quem pratica tal ato, se existiriam mais de 1 milhão de assassinatos, como hoje, no Brasil.

Pois para mim maior sofrimento existe na vida das mães estéreis e aquelas que sofrem por aborto espontâneo e hemorrágico, do que para o contigente maior, essas mulheres libertinas que se submetem aos “médicos” açougueiros.
Maior sofrimento existe para aquelas que querem e não conseguem,(submetidas a inúmeros tratamentos para engravidar) do que aquelas que conseguem, mas não dão valor a vida.

O que mais me entristece é que muitas dessas mulheres que abortam são induzidas e dão ouvidos por parceiros inconsenquentes e promíscuos.

Por isso alerto:

Por favor mulher, não dê ouvidos aos parceiros assassinos.

Tome sua atitude e diga não ao aborto !!!
Não seja co-assassina nesse ato.
É preferível criar sozinha um ser do que viver com um incosequente assassino ao seu lado, que hoje você chama de “namorado”.

DÊ A “SUA VIDA” PARA “QUEM MERECE” !!!

A vida sempre em primeiro lugar.

Cassio

Ps: Só para deixar bem claro, não cito nesse contigente, mulheres com anomalia fetais e com risco de vida.

Para reflexão, deixo a canção da Fernanda Brum, uma mulher curada de esterelidade por Deus e que também diz:

Não ao Aborto !!!

Aborto não!

Certo dia uma jovem bem jovem me disse:
“fernanda estou grávida, e agora?”
Suas mãos eram negras e frias
Tremiam suavam, buscavam as minhas mãos
Ela me revelou que chorava e pensava em aborto
Ela me revelou que chorava e pensava em morte
Ela me revelou que chorava e pensava no cara
Sozinha, chorava

Eu sei como difícil pode ser
A dor de quem não fez por merecer
Eu sei o que é querer e não poder
O que é sonhar com uma criança em meu ventre
Falei do sonho que era conceber
Contei quantos perdi sem merecer
Chorei! e implorei em oração
Não mate essa criança inocente
Ela foi escolhida dentro do teu ventre

Eu sou a voz que você nunca ouviu
Mamãe, o beijo que nunca te traiu
Eu sou e quero ser como você
Serei seu maior presente, me deixa nascer!

Deus dá tanto valor a vida que diz na sua palavra:

Na tua terra não haverá mulher que aborte, nem estéril; o número dos teus dias completarei. (Êxodo 23:26)

Bendito serás mais do que todos os povos; não haverá estéril no meio de ti, seja homem, seja mulher, nem entre os teus animais. (Deuteronômio 7:14)

Pois possuiste os meus rins entreteceste-me no ventre de minha mãe. Eu te louvarei, porque de um modo terrível, e tão maravilhoso fui formado maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e no teu livro todas estas coisas foram escritas as quais iam sendo dia a dia formadas, quando nem ainda uma delas havia. (Sl 139:13;14;16)

Maitreya – Mais um na lista dos falsos

março 20, 2008

maytreia.jpg

Maitreya – Internet já anuncia o anticristo

Publicado em 5/1/2002

Luiz Cláudio Montanini
Jornal Hoje, a Igreja em Ação

“Maitreya, o instrutor do Mundo, já está vivendo entre nós”.

Ao lado da fotografia de um homem de barba negra, turbante e traços orientais, a afirmação que aparece no site em espanhol e outras línguas na internet http://www.ddnet.es/share_ediciones, recebe ares messiânicos. A sequência das informações estarrece e leva o leitor a conclusão de que uma grande força espiritual – que absolutamente possui a liderança do Espírito Santo, está se levantando hoje na Terra.

De forma sutil, os líderes deste movimento, adeptos da meditação transcendental, conhecida mundialmente como Nova Era, apresentam às nações o seu cristo, o ungido. Um tal Maitreya, de quem cujas poucas imagens até agora conhecidas teriam sido tiradas em fotografias feitas no dia 11 de junho de 1988, numa aparição relâmpago em Nairobi, Quênia. A misteriosa figura teria aparecido durante um encontro onde multidões se reuniam para ver as curas milagrosas da queniana Mary Akatsa.

Segundo o texto, este é o que tem sido esperado por todas as religiões importantes. Os cristãos o conheceriam como o Cristo e esperam seu regresso iminente. Os judeus o esperam como o Messias, os hindus esperam a reencarnação de Krishna, os budistas o aguardam como Maitreya Buddha e os muçulmanos prevêem a chegada do Imã Mahadi, o Messias. Todos estes nomes referem-se à mesma pessoa, diz o texto. Seria o “Instrutor Mundial, cujo nome é Maitreya”. O site – em várias línguas – informa que Maitreya vive hoje anonimamente entre os habitantes da comunidade hindu-paquistanesa, em Londres. No momento apropriado, que estaria muito próximo, anunciam os adeptos, ele apareceria com todas as respostas para as principais questões mundiais. Num momento de grande crise política, econômica e social, Maitreya iria inspirar a humanidade para que esta se considere como uma família e criar, em decorrência, uma civilização baseada no compartilhar, na justiça econômica e social e na cooperação global.

O tal Maitreya lançaria uma ação para salvar a milhões de pessoas que morrem de fome a cada ano – em um mundo de abundância, faz questão de destacar candidamente, o texto. Entre as recomendações do “instrutor”, estaria uma troca de prioridades sociais para que a alimentação, moradia, roupas, a educação e a saúde se convertam em direitos universais. Tudo muito bonito.

Nos últimos anos a informação sobre a chegada de Maitreya tem sido trazida por seu principal “profeta”, Benjamim Creme, artista e autor britânico, que faz conferências sobre o assunto por todo o mundo desde 1974.

Segundo Creme, Maitreya saiu em julho de 1977, de seu retiro nos Himalaias e passou a morar na comunidade hindu-paquistanesa de Londres. Ele estaria vivendo e trabalhando ali, aparentemente como um homem comum. Sua verdadeira identidade seria conhecida apenas por poucas pessoas. Estaria emergindo gradualmente ao público para “não infringir o livre arbítrio humano”.

Artista, Benjamim Creme anuncia com habilidade os grandes feitos de Maitreya. Para ele, Maitreya teria usado de sua energia para extraordinárias mudanças em vários campos no mundo. Ali se incluem o fim do comunismo na União Soviética e o fim do Apartheid na África do Sul, a aproximação entre o Oriente e o Ocidente, o crescente poder da voz do povo e o despertamento mundial para conservação do ambiente.

Desde 1988 Maitreya estaria aparecendo milagrosamente em todo o mundo, sobretudo a grupos religiosos fundamentalistas, apresentando o que considera os termos mais importantes das leis espirituais que governam as vidas.

Desta forma, mediante sinais cada vez mais constantes e manifestações espirituais, ele estaria tocando o coração de milhões de pessoas, preparando-as para sua iminente aparição.

Cristo, Buda, Krishna e o Messias

Segundo Benjamim Creme, os estudantes da tradição esotérica acreditam que Cristo, Buda, Krishna e o Messias sejam nomes diferentes de uma só pessoa, Maitreya, a quem esperam antes do final do milênio.

Maitreya estaria aparecendo em algumas ocasiões especiais e para pessoas em vários locais do mundo, de formas diferentes. Em junho de 1988 ele teria aparecido “milagrosamente, saído do nada”, em uma reunião de oração e cura ao ar livre. Foi fotografado falando na própria língua local a milhares de pessoas que instantaneamente teriam-no reconhecido como o cristo.

Desde março de 1978 ele seria o porta-voz da comunidade hindu-paquistanesa. Ele é apresentado como “educador, no sentido mais amplo da palavra”, indicando a solução à crise mundial, diz o texto.

Os seguidores esotéricos acreditam que o tal líder tenha se manifestado há 2 mil anos, na Palestina, falando por intermédio de seu discípulo, Jesus. “Desta vez”, diz Benjamim Creme, “ele mesmo virá”. O pior é que acreditam mesmo nisso.

Como a Bíblia antecipa, Maitreya tem objetivos iniciais louváveis, como convém a um lobo candidato a cordeiro. Veja sua lista de prioridades: suprimento justo de comida, provisão de moradias adequadas para todos, saúde e educação como direitos universais. A mensagem, diz o texto na Internet, pode se resumir no slogan “compartilhe e salve o mundo”.

O texto é escrito em tom messiânico. Afirma que aparições semelhantes têm acontecido em diversos países. Desta maneira, cada vez mais as pessoas estariam recebendo a prova de sua presença, com otimismo. Maitreya estaria esperando que esta sequência de acontecimentos conduzam ao chamado “Dia da Declaração”. Neste dia, afirma Benjamim Creme, Maitreya não deixará dúvidas de que é o instrutor do mundo. Então o líder envolveria mental e simultaneamente a toda a humanidade e cada um ouviria suas palavras, telepaticamente, em sua língua.

Dia da Declaração

No momento oportuno, diz o texto na internet, Maitreya mostrará sua verdadeira identidade. No que chama de “Dia da Declaração”, as cadeias internacionais de rádio e televisão entrarão em rede e Maitreya será convidado a falar ao mundo.

“O mundo verá seu rosto na televisão, mas cada um escutará suas palavras telepaticamente em sua própria língua, enquanto Maitreya impressionará simultaneamente as mentes de toda a humanidade. Inclusive aqueles que não estiverem vendo a cena pela tevê ou não ouvindo-o pelo rádio terão a experiência”, informa o “porta-voz” Benjamim Creme, no texto de Share International.

Ao mesmo tempo, centenas de milhares de curas espontâneas acontecerão por todo o mundo. Então, Benjamim Creme informa, enfático, saberão que este homem é verdadeiramente o instrutor do mundo para a humanidade.

Adeptos superestimam poder de Maitreya

Sequência de acontecimentos históricos e espirituais que teriam acontecido pelo poder do tal Maitreya:

1987: Benjamim Creme anuncia que nos próximos três ou quatro meses Maitreya trabalharia intensamente para conseguir um progresso significativo nas relações internacionais no mundo. Em dezembro do mesmo ano, americanos e soviéticos assinam o acordo de desarmamento, que ninguém cria possível.

1988: Maitreya teria aparecido, em pessoa, e em sonhos a líderes conhecidos de vários países e a muitos cidadãos comuns. Notícias sobre aparecimento de cruzes de luz são publicados pela imprensa dos Estados Unidos, as quais teriam sido vistas por milhares de pessoas.

Entre 1989 e 1995: Pessoas de todo o mundo testemunham o desaparecimento “milagroso” de leite oferecido a estátuas de deusas Hindus.

Entre 1991 e 1996: Maitreya teria aparecido também “milagrosamente” a numerosos grupos de pessoas em todo o mundo. Em Tlacote, no México, Nordenau (Alemanha) e Nadana (Índia), mananciais de água teriam sido magnetizados pela energia do tal homem que têm atraído crescente número de visitantes.

A série de acontecimentos que teriam tido a intervenção de Maitreya é extensa: libertação de Nelson Mandela; demissão de Margareth Tatcher, fim das hostilidades entre Irã e Iraque, retirada das tropas estrangeiras de Angola, terremotos na Armênia (1988) e na Califórnia e China (1989).

Maitreya se diz superior a Jesus Cristo

Pretensiosamente, Maitreya se apresenta como o próprio Cristo. Ensina que a palavra cristo não é o nome de uma pessoa, mas sim refere-se a um cargo ou função dentro da chamada hierarquia espiritual dos mestres. Quem ocupa o cargo atualmente, para eles, não pode ser outro, a não ser o próprio Maitreya. Segundo o texto de Share International, Maitreya tem sido o cristo durante os últimos 2.600 anos e seguirá com o cargo por toda a era de Aquário, a qual, segundo afirmam, vai durar outros 2 mil anos.

“Maitreya é irmão maior da família humana, que tem aperfeiçoado e se manifestado totalmente dentro da divindade que é latente em cada um dos homens”, diz o texto. “E agora ele vem revelar um novo aspecto de Deus e guiar toda a humanidade através da nova fase de sua viagem espiritual”.

“Na Palestina, há dois mil anos, Maitreya já trabalhava, por meio de seu discípulo Jesus”, diz o texto. “Desde o momento do batismo de Jesus no Rio Jordão até sua crucificação, a consciência de Maitreya estava em Cristo. Este, aliás, é o processo utilizado às vezes entre os mestres e seus discípulos como um meio para apresentar um novo ensinamento a humanidade”, explica Benjamim Creme, com ares de dono da verdade.

Desprezo ao “Pai Nosso”

Durante uma entrevista feita por Benjamim Creme, Maitreya despreza sem qualquer escrúpulo, a oração do “Pai Nosso”, ensinada por Jesus Cristo, taxando-a de passiva. No lugar inclui dois ‘mantras’, espécie de rezas repetitivas onde se invoca as energias espirituais.

Para Maitreya, há três formas de mantras. A primeira, mais fraca, seria a oração, a Segunda, a invocação e a última, a afirmação. “O Pai Nosso”, diz ele, “como o nome sugere’é uma súplica emocional à divindade para que supra nossas necessidades diárias de alimento e de proteção. É passiva. Pede-se a Deus que se traga tudo, implicando com isso que Deus está separado do homem.

“A Grande Invocação é mais que isso”, presume Maitreya. “É um poderoso mantra mediante o qual, por meio de seus representantes, buddha, o cristo e Shamballa, são invocados conscientemente as energias de Deus, para uma compreensão de suas idéias e de sua vontade”. “A Oração para a nova era é uma afirmação com efeito invocativo e será um instrumento poderoso para o reconhecimento por parte do homem de que ele e Deus são um. Quando o homem afirma que é criador do universo, pode chegar, finalmente a consciência de que é deus”, presume o texto.

Hora da operação do erro,
para que creiam na mentira
Luiz Cláudio Montanini

Pelo que se depreende ao longo desta reportagem sobre o iminente aparecimento de um falso “messias”, a batalha espiritual será ferrenha nestes dias que antecedem a segunda vinda, verdadeira e definitiva, de Jesus Cristo, à Terra.

Paulo adverte em I Timóteo (4:1), que, imediatamente antes da vinda de Cristo, milhões dariam ouvidos a espíritos enganadores e as doutrinas de demônios. É o que se vê hoje, em progressão geométrica, por toda a Terra. Grupos de várias nações não se cansam de repetir seus mantras, invocando esta nova era e o tal Maitreya.

Sobre arrependimento de pecados pouco ou nada se ouve. As multidões fogem quando ouvem sugestões para se converter da lama para o reino da verdadeira luz de Cristo.

Não é de admirar que Deus vá permitir nestes dias que aconteça no mundo a chamada “operação do erro”, para que os povos creiam na mentira, conforme o que está descrito em II Tessalonicenses 2:11.

Nunca o texto de II Tessalonicenses 2 se tornou tão atual. Veja: “Ninguém de maneira alguma vos engane, pois isto (a Segunda volta de Jesus à Terra) não acontecerá sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição. Ele se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de culto, de sorte que se assentará, como Deus, querendo parecer Deus… E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo sopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor de sua vinda. A vinda desse iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça para os que perecem. Perecem porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. Por isso Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira, e para que sejam julgados todos os que não creram na verdade, antes tiveram prazer na iniquidade”.

Também não é de admirar que multidões irão se voltar para adorar o anticristo, seja ele Maitreya ou qualquer outro usurpador. Ao ouvir discursos semelhantes a estes, proferidos por Maitreya e seus seguidores, terão soluções paliativas para suas vidas: serão curados, verão sinais nos céus, ouvirão telepaticamente as instruções, enfim, se tornarão presas fáceis.

É relativamente barato seguir alguém que não exige mudança de vida, arrependimento de pecados, submissão ao Todo Poderoso, mas oferece a grande oportunidade de se tornar ele, até então um homem caído e mortal, uma divindade.

A história se repete. Segundo as escrituras, Lúcifer caiu por esta pretensão. E, a julgar pelos textos desta reportagem, continua cobiçoso. Com o agravante de que, desta vez, leva junto os descendentes de suas primeiras vítimas, Adão e Eva, enganados pela cobiça de se tornar iguais a Deus, conforme se lê no Gênesis.

Jesus anteviu: Se fosse possível, ele, o anticristo, iria enganar a todos. Graças a Deus, não é possível.

O texto na Internet não informa praticamente nada sobre o que o tal Maitreya iria fazer após o seu Dia da Declaração. É fácil imaginar: Qual seria o tratamento que uma população leiga mundial daria a alguém que chega de repente e fala ao mundo em cadeia de rádio e televisão, traz “soluções” para todos os problemas da vida, faz milagres e sinais, cura pessoas simultaneamente no mundo todo, fala telepaticamente a todos e conquista os corações? Seria visto como um deus, é claro. Por menos que isso, milhares de ídolos da música e políticos recebem a desejada veneração.

Textos bíblicos anunciam que cristãos tembém serão perseguidos e mortos como mártires nos últimos tempos, em larga escala. Também não é difícil entender o mecanismo que levará as populações do mundo inteiro a odiar os cristãos. O raciocínio coletivo será o de que os cristãos estariam a serviço de satanás, uma vez que não aceitam a autoridade, o poder, o pseudo amor e o poder espiritual do tal Maitreya.

Daí para a intolerância, para uma outra “solução final”, como a que foi intentada contra os judeus na segunda guerra, basta alguns passos – ou pior, algumas “mensagens telepáticas” e discursos inflamados na tevê. Graças a Deus, mais uma vez, tudo isto terá um fim. Após o tempo determinado – por Deus, frise-se, Ele é quem está no comando –, as obras do iníquo se desfarão pelo sopro da boca do Senhor e o anticristo será aniquilado pelo esplendor de sua vinda. Precisamos conhecer bem ao verdadeiro para, quando for preciso, discernir o que é falso.

Videos relacionados a este tema:

Reportagem do falso cristo e seu reino

março 19, 2008

lobo.jpg

O que a Bíblia diz sobre os falsos Cristos?

Jesus preveniu-nos que nos últimos dias, haveríam falsos Cristos que se fariam passar por o Messias e pretender ser o salvador do mundo. A Bíblia diz em Mateus 24:4-5 “Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão.”

Jesus preveniu-nos que um dos sinais que acontecería no final dos tempos, antes da sua Segunda Vinda, sería a aparência dos cristos falsos . A Bíblia diz em Mateus 24:23-26 “Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis; porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que de antemão vo-lo tenho dito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis.”

Aqui vai mais uma reportagem do Falso Jesus Cristo Homem, e seu reino, que diz que Cristo reencarnou nele.(rs) Os fanáticos dessa seita o consideram como o pai, suas atitudes são comparadas ao talibã no islamismo pois propagam tumultos , bem como, destrõe imagens.

Sua seita apocaliptica, “Crescendo em Graça” diz que a salvação está no numero 666, diz que não existe pecado,prega prosperidade (normal),é contra as religiões e outras bobagens que não caberia nesse blog. E veja no último video que também já esta no Brasil.

E a ninguém sobre a terra chameis vosso pai; porque um só é o vosso Pai, aquele que está nos céus(Mt 23:9)

Vc conhece o projeto 666 ?

março 19, 2008

Vc conhece o projeto 666 ?
Ap 13.16 cumprindo-se

A tds,os pequenos e grandes e os pobres,os livres e os escravos.Faz que lhes seja dada CERTA MARCA sobre a mão direita ou sobre a fronte

Para que ninguém possa comprar ou vender,senão aquele que tem a MARCA DA BESTA ou o NÚMERO do seu nome

Aqui está a sabedoria.Aquele que tem entendimento calcule o número da besta.Pois é número de homem

Ora esse número é 666

Vc sabia que ja existe um projeto como ESSE? e q ja foi apresentado na ONU…

Vj Sb O(PROJETO 666 )no site abaixo na parte onde esta escrito;O APOCALIPSE;

http://arqbib.atspace.com/apocalipse.html
http://www.vida.emcristo.nom.br/666.html
http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI796371-EI4799,00.html
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2004/10/041015_chipebc.shtml

Prometido a ser o Messias

março 19, 2008

Mais um para a lista dos Messhiac (“prometidos”)

Dentre alguns judeus se destaca como Messias o nome de
Rebe Shlita, Menachem Mendel Schneersohn.
http://en.wikipedia.org/wiki/Rabbi_Menachem_Mendel_Schneerson

Mashichismo (do hebraico משיח Māšîªħ, Mashíach, Mashíyach ou hammasiah, “consagrado ,ungido “; a forma asquenazi é Moshiach; a forma aramaica é mesiha)

Entre a seita de Chabad Lubavitch houve um crescente fervor messiânico (“massiânico” – daí o nome mashichita – para diferenciar do chamado Judaísmo messiânico, ou meshichita – Meshichi) nos finais da década de 1980 e princípios da década de 1990, devido à crença que o seu líder, Menachem Mendel Schneerson estaria prestes a revelar-se como o Messias. A morte de Schneerson em 1992 abateu um pouco este sentimento, apesar de muitos seguidores de Schneerson ainda acreditarem que ele é o Messias e que irá regressar em devido tempo. Esta doutrina não é compartilhada pelo judaísmo

O Rebe Aprova que o Aceitemos como o Rei Mashiach

No dia 12 de Adar Rishon, 5752 (16 de janeiro de 1992) o Rebe recebeu com grande satisfação da Sra. Chava Cohen, um pandeiro com as palavras “Yechi Adoneinu Moreinu VeRabeinu, Mélech HaMashiach Leolam Vaed”.

O Rebe enfatiza que, de acordo com as fontes da Torá, a geração da Redenção definitiva é uma reencarnação da geração que deixou o Egito.

As mulheres judias no Egito acreditavam plenamente nas palavras do profeta Moshé(Moises) , segundo as quais elas seriam redimidas. Mesmo enquanto experimentavam o sofrimento do exílio, elas prepararam pandeiros para se regozijarem quando deixassem o Egito.

O Rebe reconheceu a mesma fé profunda no advento da Redenção nas mulheres judias de hoje. No Shabat Parashat Beshalach, 5752 (1992), o Rebe disse “Assim também as mulheres devem agir na Redenção final, e certamente o farão ? acreditar tão completamente na imediata Redenção que, nos últimos momentos do exílio, começarão imediatamente a tocar músicas e dançar para a vinda da completa Redenção.”

Em resposta a este discurso, centenas de mulheres judias reuniram-se no Brooklyn, Nova York, no Motsaei Shabat Parashat Tetsavé, em 11 de Adar Rishon, 5752, com pandeiros e música ao vivo para dançar alegremente em prol da Redenção vindoura.

Durante a distribuição dos dólares no dia seguinte, 12 de Adar I de 5752 (1992), uma representante deste grupo, Sra. Chava Cohen, entregou ao Rebe, MH”M, Shlita um pandeiro (com as palavras Yechi Adoneinu Moreinu VeRabeinu Mélech HaMashiach Leolam Vaed) e disse: “Isto é para o Rebe, Shlita. As mulheres dançaram com este pandeiro ontem com a alegria que transcende todas as barreiras. Com uma profunda fé na revelação do Rebe, MH”M, Shlita imediata e verdadeiramente para a completa Redenção.”

Com um sorriso radiante, o Rebe respondeu: “Este [pandeiro], você muito provavelmente está deixando comigo.” O Rebe deu a ela um segundo dólar e disse, referindo-se ao salmo 150: “Este é para os ‘Tsiltsilei Teruá’ [Címbalos que Ressoam]. Assim está no Tehilim. Que seja em uma boa hora.”

Chegou o momento! A promessa tão esperada para o povo judeu desde a Criação está sendo cumprida: A vinda de Mashiach!

Em 1992, aos 92 anos, o Rebe sofreu um derrame, vindo a falecer dois anos mais tarde. Logo a seguir, os deputados norte-americanos John Lewis, Jerry Lewis e Newt Gingrich apresentaram um projeto de lei para outorgar ao Rebe a Medalha de Ouro do Congresso dos Estados Unidos. O projeto foi aprovado por unanimidade como homenagem ao Rebe por sua destacada e permanente contribuição ao desenvolvimento da educação, moralidade e caridade nos EUA e no mundo.

Veja o video

E, QUANDO Jesus ia saindo do templo, aproximaram-se dele os seus discípulos para lhe mostrarem a estrutura do templo.
Jesus, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada.
E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?
E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane;
Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos
E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos.(Mt 24:1-5;11)

Jesus Cristo Homem – Falso Profeta 666

março 19, 2008

Seguidores de “Jesus Cristo porto-riquenho” tatuam o número 666

Dezenas de seguidores do porto-riquenho José Luis de Jesús Miranda, que se diz “Jesus Cristo feito homem”, tatuaram nesta quinta (22) o número 666, seguindo as ordens de seu líder religioso.

Seguidor de porto-riquenho que diz ser “Jesus” em forma de homem exibe tatuagem
Adultos, jovens e até crianças, todos seguidores da igreja Jesus Cristo Homem, foram a diferentes lojas de tatuagens da Costa Rica para gravar na pele o número, identificado com o sinal do Anticristo.

Proprietários de diferentes estabelecimentos confirmaram à imprensa que ficaram com a agenda cheia, na maioria dos atendimentos para tatuar o número.

Miranda visitou a Costa Rica em outubro e realizou uma reunião sem a presença dos “milhares” de seguidores que ele afirmava ter no país, mas reunindo apenas algumas dúzias de pessoas.

No entanto, na semana passada, em Miami, o líder da igreja mostrou na televisão sua tatuagem com o 666 no braço. Ele pediu a seus fiéis que fizessem o mesmo, como uma senha de solidariedade e salvação.

Alguns fiéis consultados pela imprensa disseram que o número “não tem nada de satânico”, como diz a doutrina cristã.

“Não é algo negativo nem satânico, pelo contrário, nós lutamos contra o satanismo”, disse um homem não identificado após sair da casa de tatuagens. A seita afirma que, na Costa Rica, conta com mais de 2.000 fiéis.

A associação do número 666 está presente na Bíblia, no capítulo 13 do livro do Apocalipse (“Aqui há sabedoria! Quem tiver inteligência, calcule o número da Besta, porque é número de um homem, e esse número é seiscentos e sessenta e seis”), e tornou-se famosa com o filme de terror “A Profecia” (1976), em que o personagem Damien, enviado do demônio, leva os números como um sinal de nascença na cabeça.

Também o nome Neron Caesar (César Nero) em grego vertido para o hebraico representa 666.

Veja o video dessa aberração e falso profeta.

Parece brincadeira, mas este falso profeta com sua falsa doutrina tem levado a muitos a um fanatismo exacerbado e doentio, similares ao radicais talibãs.

Reportagem da Band e os seus seguidores no Brasil

http://fotolog.terra.com.br/jesuscristohomem
http://www.cegbrasil.com/
http://fotolog.terra.com.br/jesuscristohomem:208

E a ninguém sobre a terra chameis vosso pai; porque um só é o vosso Pai, aquele que está nos céus.(Mt 23:9)
Mateus 24:5 Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.

Volta dos Manashes – Tribo de Israel

março 19, 2008

Tribo dos Menashe volta a Israel.

Um Milagre de Proporções Bíblicas

Por: Michael Freund – Tradução: David Salgado

Em algumas semanas, Sara Haunhar poderá concretizar o sonho de toda sua vida, sonho esse cultivado pelas últimas oito décadas.

Junto com sua filha Miriam e outros 216 Bnei Menashe do nordeste da Índia, a viúva de 84 anos entrará em um avião que fará a viagem de volta à sua casa, Sion. Foi uma viagem que teve início há vários séculos – 27 para ser preciso – quando o império Assírio invadiu a Terra de Israel e expulsou a maioria do povo ao exílio obscuro. Isso se passou na antiguidade mais é o equivalente ao Holocausto dos dias de hoje, já que a maioria dos israelitas do mundo – dez das doze tribos – desapareceu de repente e misteriosamente. Muitos pensaram que o seu desaparecimento tivesse sido permanente e definitivo, porque eles esfumaram no nevoeiro da história, aparentemente sem esperança de retornar. Mas agora, após tantos anos de sofrimento e dispersão, os descendentes destes “judeus perdidos” voltam finalmente e triunfantemente. O significado disto deveria ser evidente, mesmo para o mais cínico, mesmo porque, quem já ouviu falar da antiga tribo perdida que retorna a sua pátria ancestral depois de 2700 anos de sua deportação? Sem exagerar, parece justo afirmarmos que estamos falando de um milagre de proporções bíblicas.

Sara Haunhar pensa assim. Em setembro de 2005, ela se apresentou pacientemente diante do tribunal rabínico, o qual foi enviado a Índia pelo Grande Rabino Sefaradi Shlomo Amar para retornar os Bnei Menashe ao povo judeu.

Previamente, em março de 2005, o Grande Rabino declarou que os Bnei Menashe são “descendentes do povo judeu”, e afirmou que faria o que estivesse ao seu alcance para ajudá-los a retornar. Os juízes rabínicos fizeram a Sara perguntas sobre o judaísmo e seu compromisso para reunir-se formalmente com o povo de Israel.

Um dos rabinos presente neste momento descreveu depois a cena com muita emoção, impressionado pela sinceridade e a dedicação de Sara. Os juízes lhe informaram que tinham o prazer de aceitá-la de volta ao seio do povo de Israel. Naturalmente, Sara começou a chorar e um rio de lágrimas corria por seu rosto. Quando um dos juízes se aproximou dela e perguntou-lhe se estava tudo bem, Sara respondeu com muita serenidade: “toda a minha vida tive medo de morrer antes de ter o mérito de ver a Terra Santa de D-us. Porém, agora que me aceitaram como judia, sei que em breve poderei pisar na terra de meus ancestrais, a Terra de Israel”.

Sara sempre viveu uma intensa vida judaica, junto com os outros 7000 membros que formam a tribo de Menashe e que residem principalmente no nordeste da Índia nos estados de Mizoram e Manipur. Os Bnei Menashe observam o Shabat, praticam a circuncisão no oitavo dia do nascimento, cuidam as leis de cashrut, assim como as leis de pureza familiar.

Graças a tolerância que caracteriza a sociedade na Índia, os Bnei Menashe puderam construir dezenas de sinagogas por todo o nordeste do país, onde dirigem três vezes ao dia suas orações a Jerusalém, na esperança de poderem se reunir com seus amigos e familiares que já residem no estado judeu. Na década passada, quase 1000 membros da comunidade fizeram aliah. Eles são membros valiosos e produtivos da sociedade israelense, os quais servem no exército, trabalham arduamente para sustentar suas famílias e criar seus filhos judeus.

De fato, no verão passado, durante a guerra, uma dezena de jovens Bnei Menashe estavam lutando nas linhas de frente em unidades de combate no Líbano e em Gaza, defendendo a terra de Israel e ao povo judeu. Um deles, o sargento Avi Hanshin de 22 anos foi ferido durante uma batalha com os terroristas de Hizbala no sul do Líbano. “Tive que lutar para vir a Israel”, disse Hanshin, recordando os inexplicáveis obstáculos que o governo de Israel colocou no caminho para a aliah dos Bnei Menashe, “agora” acrescenta, “eu devo lutar pelo país”.

A chegada em breve dos imigrantes da Índia trará um novo status para a comunidade. Pela primeira vez, um grande número de imigrantes Bnei Menashe chegará junto, orgulhosamente, como judeus, com a cabeça erguida e repletos de esperança no futuro.

Como presidente da Shavei Israel, uma organização que ajuda, entre outros, os Bnei Menashe, é um dia que anseio.

Durante anos, tenho trabalhado para mediar o caso dos Bnei Menashe, lutando e pressionando, com o objetivo de persuadir o governo de Israel para que abra suas portas a esta incrível gente.

Em junho, quase tivemos que solicitar a Suprema Corte de Justiça de Israel que exigisse de certo ministro israelense a permissão para que a aliah fosse realizada, e apenas depois de reunirmos com assessores do Primeiro Ministro Ehud Olmert foi que a autorização final foi expedida.

Sendo assim, estamos orando para que esse primeiro grupo de 218 imigrantes que chegará no mês que vem, seja o prenúncio da vinda de muitos e muitos mais nos próximos anos.

A Agência Judaica trará os imigrantes ao país e se ocupará de alojá-los no norte de Israel, nas cidades de Carmiel e Nazareth Elit, onde lhes serão outorgados os benefícios de absorção especiais graças a generosidade de judeus pro-Israel e cristãos.

A propósito, tudo isso tem muito haver com o que foi dito pelo profeta Isaias a cerca de 2500 anos atrás: profetizando ele diz que as nações do mundo tomarão um papel ativo no processo de regresso do povo judaico a sua terra. Em Isaias 49:22, a Bíblia diz: “Assim diz o Senhor: E aqui, Eu estenderei minha mão as pessoas, e aos povos levantarei minha bandeira, e trarão com seus braços aos seus filhos, e suas filhas serão trazidas nos ombros”. Não tenho dúvida que o amor, a preocupação e a ajuda concreta oferecida pelos judeus e cristãos que apóiam a causa em todo o mundo, faz parte integral da realização deste versículo.

Tremo-me todo só de pensar que a profecia de Isaías literalmente vai se realizar diante de nossos olhos.

A aliah dos Bnei Menashe é um evento histórico. É um exemplo ideal do qual podemos entender em que consiste o maravilhoso renascimento de Israel: a reunião dos exílios, não apenas desde os quatro cantos da terra, mas também desde a obscura e tantas vezes dolorosa história.

Que sirva como uma poderosa lembrança: apesar de todos os problemas e dificuldades que este país deve enfrentar, não devemos jamais duvidar de unirmos a Sara Haunhar e seus companheiros Bnei Menashe quando declaram: “agradecemos a D-us pelo estado de Israel”.

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Tribo de Menashe – Histórico

Tribo de Menashe – Em Myanmar (ex-Birmânia) e na Índia vive a tribo de Menashe. Menashe é Manasseh, e diz-se que a tribo de Menashe é descendente da tribo de Manasseh, uma das Dez Tribos Perdidas de Israel. Eles têm tradições dos antigos israelitas.
Knanitas – Na Índia há pessoas chamadas de knanites, que quer dizer gente de Canaã. Falam o aramaico e usam a Bíblia aramaica.
Povo Kashmiri – Na Caxemira eles têm os mesmos nomes que tinham quando habitavam o antigo reino no Norte de Israel. Eles têm o jantar de Páscoa e a lenda de que são originários de Israel.

Na região montanhosa que bordeja ambos os lados da fronteira entre Índia e Myanmar (antiga Birmânia, também conhecida como Burma), vive a tribo Menashe (Shinlung), algo em torno de um a dois milhões de pessoas. Casaram-se com chineses e têm a aparência de sino-burmeses, mas toda a tribo é consciente de sua ancestralidade israelita.
Na tribo de Menashe podemos observar o costume do sacrifício de animais da mesma maneira que era feita entre as Dez tribos de Israel. A palavra Menashe aparece freqüentemente na sua poesia e nas preces. É o nome de seu ancestral, e denominam a si mesmos filhos de Menashe (Bnei Menashe). Quando rezam, dizem: “Oh, D-us de Menashe,” referindo-se ao nome Menashe, uma das Dez Tribos Perdidas de Israel.
Conforme a história que relatam, foram exilados para a Assíria em 722 A.E.C., com outras tribos de Israel. Algum tempo depois, a Assíria foi conquistada pela Babilônia (607 A.E.C.), que mais tarde foi conquistada pela Pérsia (457 A.E.C.), e mais tarde, a foi conquistada pela Grécia de Alexandre Magno (331 A.E.C.), quando o povo de Menashe foi deportado da Pérsia para o Afeganistão e outros locais.
Tornaram-se pastores e adoradores de ídolos. Com a conquista do Islã, foram forçados a converter-se ao islamismo. Como falavam hebraico, foram chamados de semíticos. Durante todo este período, possuíram um Rolo de Torá em hebraico, guardado com os anciãos e o sacerdote.
A partir do Afeganistão, sua migração continuou na direção Leste, até que chegaram a uma área na fronteira sino-tibetana. Dali continuaram até a China, seguindo o Rio Wei até atingirem a China Central. Lá se estabeleceram por volta de 231 A.E.C.
Os chineses, porém, foram cruéis com eles, transformando-os em escravos. Alguns escaparam e viveram em cavernas nas áreas montanhosas chamadas Shinlung, nome este que se tornou outra denominação para a Tribo de Menashe. Eram também chamados de povo das cavernas, ou povo das montanhas.
O povo Menashe viveu nas grutas em total pobreza por duas gerações, mas ainda guardavam o Rolo da Torá com eles. Começaram então a assimilar-se e sofrer a influência dos chineses. Mais tarde, foram expulsos da área das cavernas e rumaram para o Oeste através da Tailândia, chegando finalmente à área de Myanmar.
Lá chegando, vagaram ao longo do rio até que atingiram Mandaley. A partir dali atingiram às Montanhas Chin. No século dezoito, parte deles migrou para Manipur e Mizoram, a Nordeste da Índia. Geralmente mantinham a tradição nômade, e povo local logo percebeu que não eram chineses, embora falassem o idioma local.
Chamavam a si mesmos “Lusi”, que significa as Dez Tribos (“Lu” significa tribo, e “si” quer dizer dez).

Costumes israelitas na Tribo de Menashe

De acordo com a história que o povo Menashe relata, ao serem banidos da área das cavernas perderam seu rolo da Torá, ou talvez tenha sido roubado ou queimado pelos chineses. Mas os sacerdotes da tribo de Menashe continuaram a passar sua tradição oralmente, inclusive a observância dos rituais, até o século dezenove.
Mantiveram o costume da circuncisão, mas quando isso tornou-se difícil, não foi mais praticado; abençoavam então a criança de oito dias de idade numa cerimônia especial. Guardavam também dias santos, que eram muito similares aos feriados judaicos, e também praticavam o casamento levirato, em que o irmão mais jovem tinha que se casar com a viúva do irmão mais velho para manter o nome na família.
O seguinte poema os acompanhou durante todas suas migrações. É uma canção tradicional sobre a travessia do Mar Vermelho, escrita por seus ancestrais. Eis a tradução aproximada:

Devemos manter a Festa de Pêssach
Porque cruzamos o Mar Vermelho pela terra seca.
À noite cruzamos com um fogo
Durante o dia com uma nuvem
Os inimigos nos perseguiam em carruagens
E o mar os tragou,
Usando-os como comida para os peixes.
E quando ficamos sedentos,
Recebemos água da rocha

O conteúdo é semelhante à experiência dos israelitas escrita em Shemot.
Tinham um sacerdote em cada aldeia, cujo nome era sempre Aharon (Aarão), assim como o irmão de Moshê (Moisés), o primeiro sacerdote judeu. Um de seus deveres era prestar assistência à aldeia. Costumava haver dois sacerdotes em aldeias maiores.
O sacerdócio era transmitido apenas por herança. Era envolto em cultos e na oferenda de sacrifícios. O sacerdote vestia uma túnica e um peitoral, e um casaco bordado, fechado por um cinturão e uma coroa na cabeça. E sempre cantavam sobre Menashe no início de cada reunião.
Em caso de doença, o sacerdote era chamado para abençoar a pessoa enferma e para oferecer um sacrifício pela recuperação. O sacerdote abatia uma ovelha ou cabra, e passava o sangue na orelha, costas e pernas da pessoa doente, enquanto recitava versículos da Torá, similar ao Vayicrá 14:14.
Para a expiação dos pecados era ofertada uma cabra no altar, o sangue era borrifado nos cantos do altar, e a carne servida às pessoas. Yom Kipur era guardado como um dia de expiação uma vez ao ano, como fazem os judeus. Os recipientes sagrados do sacerdote não eram feitos de metal, mas de argila, tecido ou madeira.
Cerimônias especiais eram oficiadas pelo sacerdote no caso de certas doenças. Esta é uma forma de reparação feita com uma ave, cujas asas são sacrificadas e as penas jogadas ao vento. Se o caso fosse de lepra, o sacerdote oferecia uma ave no campo.
É sabido também que eles praticavam adoração a ídolos e tinham superstições que envolviam espíritos e demônios. Também acreditavam em reencarnação, mas ao mesmo tempo acreditavam num D-us que estava nos céus, a quem se voltavam em tempos difíceis. Um destes grupo foi encontrado nas selvas de Burma em 1963 ou 1964.

A tribo Mizo
O que surpreende é que em Burma, a tribo Mizo esteve intocada pelos missionários, e que na origem dos Bnei Menashe, tenha tantas cerimônias e rituais judaicos antigos, como a circuncisão, Shabat, dias festivos, etc. Estes grupos merecem ser estudados mais profundamente. Fica a sugestão para as universidades israelenses enviarem uma equipe de eruditos, historiadores, antropólogos, biólogos e rabinos para estudar os Mizo em Burma. Muito mais poderia ser descoberto e revelado.
Em 1854, com a chegada do primeiro missionário americano, V. Petigrore da Missão Batista, essa igreja foi ali estabelecida. Em 1910, vieram mais missionários, e criaram igrejas na área do norte da Índia. Como conseqüência, o sacerdote tribal perdeu seu status e a comunidade ficou sujeita a influências e pressões cristãs. Com a expansão do cristianismo pelo país, ficaram novamente sujeitos a grandes dificuldades e muitos de seus artigos religiosos foram dispersos ou queimados pelos missionários britânicos ou americanos entre 1854 e 1910.
Em tempos recentes teve início um retorno ao judaísmo. Milhares de pessoas de Menashe decidiram passar a cumprir as Leis da Torá. Eles têm sinagogas em Manipur, Assam e Mizoram. Há também muitos que acabaram por emigrar para Israel, mas outros milhares ainda anseiam a volta para a Terra Santa

Oremos então para os Menashes, tribo de Israel
para que o verdadeiro evangelho seja apresentado a Eles bem como Yeshua(Jesus) até a volta Dele.

Ez 36:24
E vos tomarei dentre os gentios, e vos congregarei de todas as terras, e vos trarei para a vossa terra.

Aqui abaixo a notícia sobre a volta deles